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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Veio um brinde com o cachorro
Eu tenho vizinhos. Não tinha vizinho desde os 11 ou 12 anos de idade, quando parei de andar com a menina do 403 e o 404 trocou de empregada, daí a gente não tinha mais cara de ir pedir dois ovos emprestado, devolvo depois. Agora eu tenho vizinhos.
Tenho vizinho de porta, conheço os velhinhos do prédio e cumprimento gente na rua. Nunca fui tão sociável, acho que falo com gente num raio de dois quarteirões do meu prédio. Há umas duas semanas o porteiro do outro prédio começou a me cumprimentar também. Outro dia ele tirou o bigode, falei 'nossa, quase nem te reconheci sem bigode!' Ando muito simpática. Aquele cara do livro de fazer amigos devia arrumar um cachorro também.
Tenho vizinho de porta, conheço os velhinhos do prédio e cumprimento gente na rua. Nunca fui tão sociável, acho que falo com gente num raio de dois quarteirões do meu prédio. Há umas duas semanas o porteiro do outro prédio começou a me cumprimentar também. Outro dia ele tirou o bigode, falei 'nossa, quase nem te reconheci sem bigode!' Ando muito simpática. Aquele cara do livro de fazer amigos devia arrumar um cachorro também.
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terça-feira, 23 de setembro de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
Mendigo carente
Retirado de um site muito legal, numa seção chamada ParadoWxo, escrita por Marina W.
Lembrei-me de você, Juli!! rsss...
Sem teto
Me contaram uma vez que uma pessoa que eu não me lembro quem estava andando na avenida N.S. de Copacabana quando foi abordada por um mendigo que pediu um trocado. Ela disse que lamentava mas não tinha, então ele falou "Pelo menos me dá um abraço". Ela ficou assim, né, o cara imundo, talvez com doenças de pele. Mas ele acabou comovendo ela. "Sou tão carente, tão triste, há tanto tempo ninguém me abraça, sinto tanta falta de calor humano!", foi mais ou menos isso que ele disse. Ela não teve outra saída e abraçou o homem, que deu um abraço bem apertado e falou no seu ouvido "Gostosa!". Hahahahaha. Adoro essa história. Será que já contei no blog? Capaz.
=D
Lembrei-me de você, Juli!! rsss...
Sem teto
Me contaram uma vez que uma pessoa que eu não me lembro quem estava andando na avenida N.S. de Copacabana quando foi abordada por um mendigo que pediu um trocado. Ela disse que lamentava mas não tinha, então ele falou "Pelo menos me dá um abraço". Ela ficou assim, né, o cara imundo, talvez com doenças de pele. Mas ele acabou comovendo ela. "Sou tão carente, tão triste, há tanto tempo ninguém me abraça, sinto tanta falta de calor humano!", foi mais ou menos isso que ele disse. Ela não teve outra saída e abraçou o homem, que deu um abraço bem apertado e falou no seu ouvido "Gostosa!". Hahahahaha. Adoro essa história. Será que já contei no blog? Capaz.
=D
segunda-feira, 23 de junho de 2008
canções
Essa é uma cena do filme francês Canções de Amor (Les Chansons D'Amour) que fala sobre.... hã... amor; sobre todas as formas de amor, não importando se está fora dos padrões.
(nesse momento queria escrever uma frase que a atriz do filme, Clothilde Hesme, disse no Panorama Francês... mas não achei aqui pela net... mas é sobre a felicidade)
Queria escrever mais, mas não consigo achar as palavras.
Enfim...
É isso... aqui embaixo vão as letras (traduzida e original).
Eu Amo Só Você
Pequeno cafajeste, seu jogo é claro
você quer tudo, sem rancor
a manteiga, a cobertura
dois pelo preço de um
pequena garota, você é tão vulgar
que é feio o que sai da sua boca
esta sua inveja não me atinge
vejo como você se deita
Eu sou a ponte sobre o rio
que vai de você a você
me atravessem, é um bom negócio
Beijem-se sobre mim hmmm hmm
Eu amo só você...eu amo só você
Pequeno canalha, pequeno perverso
onde você enfiou seus dedos?
de onde vem estes odores estranhos?
certamente não de mim
Pequena garota, vá se tratar
você não é menos selvagem
não você não é menos adúltera
vejo como ela te toca
Eu sou a ponte sobre o rio
quem vai de você a você
passar-me por cima, é um bom negócio
atravessem por mim porque sim hm hm hm
Eu amo só você...Eu amo só você
Pequeno canalha o que você prefere?
Quem vai ser a sua escolha?
Os bons e velhos tempos, o novo ar
É ela ou eu
Pequena garota o que eu prefiro
você sabe melhor que eu
eu prefiro que você seja ligeira
do que esta guerra de Tróia
Eu sou a ponte sobre o rio
as suas guerras eu já larguei de mão
Desistam de mim, que o que eu ia fazer
não tem mais jeito la la la
Eu amo só você la la la...Eu amo só você la la la la
Je N'aime Que Toi
Petit salaud, ton jeu est clair
tu veux tout sans rancune
le beurre, le cul de la crêmière
deux pour le prix d'une
petite garce que tu es vulgaire
que c'est laid dans ta bouche
que cette jalousie m'indiffère
vois comme tu te couches
Je suis le pont sur la rivière
qui va de toi à toi
traversez-moi, la belle affaire
Embrassez-vous sur moi hmmm hmm
Je n'aime que toi hmm...Je n'aime que toi
Petit salaud, petit pervers
où as-tu mis les doigts ?
d'où viennent ces odeurs étrangères
surement pas de moi
Petite garce va donc te faire
tu n'es pas moins farouche
non tu n'es pas moins adultère
vois comme elle te touche
Je suis le pont sur la rivière
qui va de toi à toi
me passer dessus, la bonne affaire
m'enjamber pourquoi pas hm hm hm
Je n'aime que toi, toi toi, toi toi...Je n'aime que toi
Petit salaud qui tu préfères?
qui tu veux fais ton choix ?
Le bon vieux temps, la nouvelle air
C'est elle ou moi
Petite garce qui je préfères
Tu le sais mieux que moi
Je préfères que tu sois légère
à la guerre à Troie
Je suis le pont sur la rivière
Vos guerres me laissent de bois
Piétinez-moi, que puis-je y faire
Je ne bouge pas de là, la la, la la
Je n'aime que toi ,la lala lala... Je n'aime que toi, la lala lala... Je n'aime que toi, la lala lala
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quarta-feira, 14 de maio de 2008
segunda-feira, 24 de março de 2008
A vida

Um dia, há muito tempo, dei com uma fotografia do último irmão de Napoleão, Jerônimo (1852). Eu me disse então, com um espanto que jamais pude reduzir: "vejo os olhos que viram o imperador." Vez ou outra, eu falava desse espanto, mas como ninguém parecia compartilhá-lo, nem mesmo compreendê-lo (a vida é, assim, feita a golpes de pequenas solidões), eu o esqueci.
(Roland Barthes - A Câmara Clara)
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