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quarta-feira, 19 de maio de 2010
quarta-feira, 18 de novembro de 2009

‘’A gente olha e pensa: Quando aperto ? Agora? Agora? Agora?
Entende? A emoção vai subindo e, de repente, pronto. É como um orgasmo, tem uma hora que explode. Ou temos o instante certo, ou o perdemos...e não podemos recomeçar. O desenho é uma meditação...enquanto que a foto é um tiro. Pode apagar um desenho e fazer outro. Não está lutando contra o tempo. Tem todo o tempo pela frente, é uma meditação. Mas com a foto, há um espécie de angústia constante... pelo fato de estar presente. Mas é uma angústia muito calma.’’ (Henri Cartier-Bresson)
Entende? A emoção vai subindo e, de repente, pronto. É como um orgasmo, tem uma hora que explode. Ou temos o instante certo, ou o perdemos...e não podemos recomeçar. O desenho é uma meditação...enquanto que a foto é um tiro. Pode apagar um desenho e fazer outro. Não está lutando contra o tempo. Tem todo o tempo pela frente, é uma meditação. Mas com a foto, há um espécie de angústia constante... pelo fato de estar presente. Mas é uma angústia muito calma.’’ (Henri Cartier-Bresson)
Participo de um grupo de pesquisa em artes na UERJ e meu projeto é sobre fotografia, mais especificamente sobre o 'instante' (sobre o momento, o tempo). Admito que colocar isso no papel através de palavras está sendo um tanto quanto difícil (por mim, só falaria através de imagens). Se vocês tiverem sugestões bibliográficas, podem mandar! =)
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
"sentimento de não-pertinência ao mundo cotidiano"

Laura Brown está tentando se perder. Não, não é bem assim - está tentando se manter, entrando num mundo paralelo.
(...)
Ela escova os dentes, escova os cabelos e começa a descer. Pára vários degraus acima do fim da escada, escutando, esperando; está de novo possuída (parece estar piorando) por uma sensação meio onírica, como se estivesse nos bastidores, próxima da hora de entrar em cena e atuar numa peça para a qual não está adequadamente vestida e para a qual não ensaiou como devia. O quê, pergunta-se, estaria errado com ela. É seu marido que está na cozinha; e seu filhinho. Tudo que homem e menino exigem dela é sua presença e, claro, seu amor. Ela vence o desejo de voltar em silêncio lá para cima, para sua cama e seu livro. Vence a irritação que lhe causa o som da voz do marido dizendo alguma coisa a Richie sobre guardanapos (por que será que a voz dele a faz pensar às vezes numa batata sendo ralada?). Ela desce os três últimos degraus, atravessa um hall estreito e entra na cozinha.
(Michael Cunningham - As Horas)
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Estamos juntos misturados

Heeeeeeeeeeeeeeeeeeeeey!!
O Núcleo de Arte e Tecnologia da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (NAT-EAV) completa 10 anos! E para comemorar a data, exposição-evento com participação de alunos, ex-alunos e artistas convidados.
Dia 02/12, 19:00, no Parque Lage.
Nem sei muito o que falar. Tenho um carinho grande pelo Parque e pelo NAT em especial. É um misto de orgulho, prazer, realização e felicidade. Tô que nem criança!
Estarei com algumas das minhas imagens lá na mistura! Ficarei MUITO feliz (mais do que já estou) com a presença de vocês. Apareçam!
=D
ps: até lá encherei mais o saco de vocês!
quinta-feira, 11 de setembro de 2008

O exercício criador deve levar o artista, com o recurso de seu trabalho, à obtenção de resultados, por vezes imprevistos. A descoberta essencial exige uma descida ao caos. E o que se apresenta como algo instigante na busca desses resultados nos processos de produção, é a possibilidade infinita, juntamente com a amplidão das propostas, de experimentação de caminhos, onde seguem paralelamente técnica e conceito.
(Alexandre Ferreira)
terça-feira, 2 de setembro de 2008
segunda-feira, 21 de julho de 2008
uma imagem
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Fim de semana
Passei o final de semana em Brasília. Fui visitar 2 amigas, de quem estava com saudades, e conhecer a cidade. Não fazia idéia de como era. Sempre tentei imaginar, mas realmente não conseguia chegar a uma imagem.
É uma cidade cheia de peculiaridades. Não sei se me acostumaria com o fato de não dar pra ir a pé pros lugares. Dá nervoso isso. E o sistema de ruas é esquisito. Quer dizer, esquisito pra mim, que estou acostumada com outro esquema. Uma surpresa agradabilíssima foi o frio! Fazia frio mesmo lá. De manhã e à noite então era uma beleza!! Outra surpresa foi a vegetação da cidade. Há muitas árvores, plantas diversas e gramados e mais gramados. Tudo bem, estava tudo marrom pela seca (não chove há mais de 4 meses) e o ar é extremamente seco (fiquei com a garganta irritada). Mas o tipo de vegetação do cerrado me fez ficar com muita vontade de conhecer o Pantanal.
Brasília me pareceu também uma cidade do interior de Minas. Tem uma terra vermelha por lá cobrindo tudo. Minha bota preta ficou marrom.
Também dei uma volta em Pirenópolis, cidade tombada pelo patrimônio histórico nacional que fica a uns 150 km de Brasília e fiz uma trilha muito legal com 6 cachoeiras pelo percurso. Só não fui pra Chapada dos Veadeiros porque não tenho vacina contra febre amarela e não quis arriscar tanto assim.
Quero compartilhar com vocês algumas fotos (é claro que tirei milhões, como não poderia deixar de ser):



rsss... tá... vou colocar tb algumas típicas de Brasília, pra vcs não dizerem que não estive lá:

Ponte JK

Congresso Nacional

Guarda Presidencial
ps: fui muito mimada lá em Brasília. fiquei mal acostumada!! rss...
=D
quarta-feira, 11 de junho de 2008
sábado, 17 de maio de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
sábado, 19 de abril de 2008
segunda-feira, 24 de março de 2008
A vida

Um dia, há muito tempo, dei com uma fotografia do último irmão de Napoleão, Jerônimo (1852). Eu me disse então, com um espanto que jamais pude reduzir: "vejo os olhos que viram o imperador." Vez ou outra, eu falava desse espanto, mas como ninguém parecia compartilhá-lo, nem mesmo compreendê-lo (a vida é, assim, feita a golpes de pequenas solidões), eu o esqueci.
(Roland Barthes - A Câmara Clara)
sábado, 19 de janeiro de 2008
Digressões
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