quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A conversation about race

Esse é um trecho de um documentário americano. Achei muito chocante. Tem outros trechos no youtube, mas ainda não assisti.

Does god hate gays?

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

O ano do boi


Hoje começa o ano-novo chinês (4.706), ano do boi.

Animal responsável, disciplinado, trabalhador e determinado, o boi trará a marca da responsabilidade e do esforço. Ano de baixar a bola, de trabalho duro, para espantar a preguiça, mas com recompensas, já que também simboliza a prosperidade. Propício para construção de bases.

Os conflitos este ano poderão ocorrer por falhas de comunicação. Então, temos que ser pacientes nas negociações e discussões com pessoas.

É um ano bom para se dedicar ao lar e ao convívio doméstico.

O boi representa ainda docilidade, sinceridade, honestidade e transparência.

Feliz Ano-Novo!
=)

sábado, 24 de janeiro de 2009

Jai Ho

Essa música, que foi indicada ao Oscar, faz parte da trilha sonora de Slumdog Millionaire. Filme de Danny Boyle (Cova Rasa, Transpotting, A Praia), conta a história de um rapaz que participa de um programa de TV (versão indiana de "Who Wants to be A Millionaire?") para conquistar seu grande amor. Com atores indianos desconhecidos do grande público, o filme é baseado na Bollywood, grande indústria cinematográfica local. Foi o grande vencedor do Globo de Ouro (melhor filme – drama, melhor diretor, melhor roteiro e melhor trilha sonora).

Ps: dizem que Danny Boyle assistiu várias vezes a Cidade de Deus antes de fazer este filme.

Ps 2: nada a ver com Caminho das Índias, por favor!!!!




=)

sábado, 17 de janeiro de 2009

homens e mulheres

Galera, desculpa a overdose de posts, mas não tô resistindo... é pra evitar a combustão espontânea. =)




quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Prece violenta para libertar


ps: destaque para o belo trabalho nas letras da faixa.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Xixi

Ai, gente! Momento bobeira: uma amiga me passou e fez minha segunda-feira começar muito bem-humorada... tô chorando de rir! Tive que compartilhar com vocês:

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=5107751&tid=2536531258224656225&na=1&nst=1

sábado, 10 de janeiro de 2009

Música para meu velório hoje

Não, não é um momento deprê nem estou sabendo de alguma doença fatal que eu tenha. É só que tava ouvindo músicas (vendo youtube, claro) e pensei "olha, essa música diz o que eu diria sobre a vida se eu morresse agora!":

domingo, 4 de janeiro de 2009

Rebelde


=)

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Sobre como, às vezes, nossas supostas soluções para os problemas não nos ajudam em nada

Yak Baba estava procurando o País dos Tolos. Depois de muitos meses perguntando a quantos transeuntes apareciam em seu caminho, alguém soube indicar-lhe a estrada e por ela ele seguiu. Ao entrar no País dos Tolos viu uma mulher carregando uma porta sobre as costas:

- Por que fazes isto, mulher? - perguntou.

- Porque hoje de manhã meu esposo, antes de ir para o trabalho, disse que havia deixado coisas valiosas em casa e que eu não deixasse passar ninguém pela porta. Por isso estou carregando a porta comigo; assim, ninguém pode passar.

-Quer que eu lhe diga algo que tornará desnecessário levar esta porta a toda parte? - perguntou o dervixe* Yak Baba.

-De jeito nenhum - disse a mulher. - Só quero que me diga como fazer para que a porta não pese tanto…

- Isto não posso - disse o dervixe. E cada qual seguiu seu caminho.

(Do Mestre Sufi Murad Shami, falecido em 1719)

*Um dervixe é um monge muçulmano. A maioria dos dervixes leva uma vida nômade de abnegação, vivendo de esmolas. A palavra dervixe vem do persa e significa "mendigo" ou "mendigo religioso".

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008


terça-feira, 23 de dezembro de 2008

"sentimento de não-pertinência ao mundo cotidiano"


Laura Brown está tentando se perder. Não, não é bem assim - está tentando se manter, entrando num mundo paralelo.

(...)

Ela escova os dentes, escova os cabelos e começa a descer. Pára vários degraus acima do fim da escada, escutando, esperando; está de novo possuída (parece estar piorando) por uma sensação meio onírica, como se estivesse nos bastidores, próxima da hora de entrar em cena e atuar numa peça para a qual não está adequadamente vestida e para a qual não ensaiou como devia. O quê, pergunta-se, estaria errado com ela. É seu marido que está na cozinha; e seu filhinho. Tudo que homem e menino exigem dela é sua presença e, claro, seu amor. Ela vence o desejo de voltar em silêncio lá para cima, para sua cama e seu livro. Vence a irritação que lhe causa o som da voz do marido dizendo alguma coisa a Richie sobre guardanapos (por que será que a voz dele a faz pensar às vezes numa batata sendo ralada?). Ela desce os três últimos degraus, atravessa um hall estreito e entra na cozinha.

(Michael Cunningham - As Horas)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

nonononono

Eu coloco muito vídeo aqui. Acho que isso não é muito convidativo, mas não consigo não pôr porque é o que mais faço na internet.

Eu não baixo música, jogos, softwares, não leio mil coisas nem escrevo; eu vejo vídeos. Quase tudo que eu vi ou soube nos últimos meses eu devo ao Youtube. Eu relaxo completamente vendo vídeos curtos de "não ficção". Serve necropsia, cirurgias em qualquer parte do corpo, acidentes no geral, cartoons, filhotes lindos, bichos escrotos, experiências adolescentes, dribles fantásticos, mágicos, explicações sobre novos softwares ou aparelhos, coisas engraçadas, coisas sobre outros países, bebês ótimos... Mas o melhor é quantidade de clipes que eu vejo. É do tipo "how much", incontável.

Daí que reparei que diversos clipes ou letras que em minha juventude eu achava sem (sêm, para o plural, hohoho) sentido na verdade são bem facinhos de entender. Eu só não os entendia porque eu achava que não era pra entender. Mas agora o que eu acho mais difícil é fazer algo desprovido de sentido, porque a desgraçada aqui vê sentido em tudo. No geral, os dias são bem (bêm) óbvios, "as horas" passam cheias de mensagens, sinais. Nada de inconsciência da informação.

Por favor, tentem fazer algo realmente sem sentido e me mostrem. Eu adoraria me esvaziar um pouco de letras que formam palavras, cores que formam imagens etc. Eu realmente gostaria de me aprofundar em uma falta de mensagem.

Iscá iá iá i

Não fui no show da Madonna, mas o povo do trabalho foi e depois não se falava de outra coisa. Enfim, fiquei a semana INTEIRINHA com Ray of Light na mente (que eu nem sei se ela cantou, ou pleibecou).

Depois disso, conversando com Camilla, nossa fantástica estagiária, ouvi uma pergunta que há muito tempo não ouvia: "sabe quando você sabe que tá dançando estranho?" Ela tava falando daquele momento em que você está bem bêbada, sabe que não está conseguindo dançar no ritmo da música, tem certeza de que todos estão reparando, mas acredita que no fundo é tudo nóia sua.

Resumindo os dois parágrafos acima, a humanidade fez um vídeo:


Meus melhores momentos:

- Dança da Samara - 1:08 (de leve), 1:31 (high level)
- Descontrolei, HAHA - 1:36, 3:23
- Descontrolei estranho - 2:32, 2:34, 2:37, 3:17, 3:29, 3:41
- Rebola com a ponte, ném - 1:50
- Se joga na ponte, bonita - 2:12

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Darling can't you hear me? SOS!

Tem um dinamarquês malucão que roubou 1 bilhão de coroas dinamarquesas (+ ou - 350 milhões de reais) da empresa de IT onde ele era diretor. O cara viajou pra Dubai com a esposa e, de lá, vanished in the air. Umas 2 semanas depois, ele se entregou à polícia de Los Angeles, ficou um tempinho preso lá e foi transferido hoje pra macia Dinamarca e seu mole coracão jurídico.
Mas o interessante é que no avião a caminho de Copenhague ele assistiu o filme Mamma Mia. Sim, aquele musical do Abba. E outro dia eu ouvi de fontes seguras que Nelson Mandela ouvia Abba na prisão.
Tem alguma coisa entre Abba e cadeia....

domingo, 14 de dezembro de 2008

Para alegrar o domigo! \o/



=D

ps: a dublagem brasileira é MUITO boa! pra mim, a melhor do mundo e em muitos desenhos fica bem melhor do que a dublagem original.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Dezembro em Copenhague

Então eu vou falar, né. Vou falar mal de Copenhague.

Aqui existe uma tradição chamada Julefrokost (traduz-se almoço de natal, apesar de ser á noite). São jantares normalmente organizados pelas empresas , onde a galera come bem, canta as musiquinhas engraçadas-ha-ha dinamarquesas deles, se matam de beber, fazem um monte de merda, trocam presentinhos e traem os companheiros. Sim, porque não pode levar marido-esposa-namorado (a). Não tô brincando. Todo mundo sabe que o objetivo é cair de beber e trair. É como se fosse perdoável nessa época do ano. Só pra vocês terem idéia de quanto eles bebem, o ministério da saúde estabeleceu como aceitável 21 doses por semana para um homem e 14 para uma mulher. Onde 1 dose= 1 long neck. Quer dizer, tudo bem beber 2 ou 3 cervejas por dia durante toda a sua vida, sem ser considerado um alcoólatra. Mas isso na base do dia-a-dia, hein? Agora tenta imaginar como fica a coisa nessas festinhas de empresas. Imagina só: tá frio pra caralho, o dia amanhece às 9 e termina ás 3 e meia da tarde. Se você trabalha num escritório normalzinho de 9 as 5, você não vê luz, não! Sol, nem sonha!! Já não vejo a cara dele há quase um mês. Então, aí a galera fica meio bitolada em trabalho-família-trabalho-família. Essas festinhas viram válvula de escape. As festinhas e a histeria natalina, mas isso é outra história.

Mas eu quero chegar mesmo é no inferno que a cidade vira nessa época do ano. Eu acabei de chegar em casa. Voltei de metrô e ônibus da casa de uma conhecida às 2 da manhã. Grávida e 100% sóbria. Sério, parece que eu moro numa cidade habitada por retardados. Sem brincadeira. TODO MUNDO está bêbado. TODAS AS PESSOAS na rua estão bêbadas. E as ruas estão cheias. O metrô lotado, e as pessoas desaprenderam a pedir licença, a ignorar estranhos, a não cair encima dos outros, a não encarar. E eles gritam. Tudo o que eles não gritam o resto do ano. É como se eu vivesse num grande centro de reabilitação social, onde todos os pacientes acabaram de chegar.

Obrigada.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

BraZil

Lembro de ter lido em Junho ou Julho um post da Cindy (ermaaaaaaaaaaan) dizendo que ela nao tinha muito interesse em ir a parada gay do Rio. Fiquei, na epoca, pensando que eu entendia exatamente o que ela estava dizendo. Na verdade eu tenho que confessar que fico meio tensa na semana da parada de Sao Paulo, ja que faz algum tempo que ela serve mais pra me deixar com vergonha do que com orgulho. Lembro que da ultima vez que fui eu vi algumas pessoas se pegando forte, bem forte, FORTE DEMAIS. Eesquecendo que estavam no meio da rua, na frente dos heteros que sairam de casa com uma bandeirinha na mao pra mostrar que sao fofos e voltaram pra casa chocados, chorando, solucando de odio, rasgando a bandeirinha e tatuando uma suastica no tornozelo.

Eu fiquei chocada com um monte de coisas que vi nas paradas gay e eu sou gay.
Enfim, a parada de Sao Paulo eh eh uma grande micareta gay que infelizmente acontece na Paulista pra todo mundo ver.

Neste ano eu pude dar uma olhada de perto na parada gay de Londres e por aqui eu vi uma coisa completamente diferente. E isso me fez pensar outra coisa que nao tem nada a ver com paradas gay e com a primeira parte do post. Hehe...

Eu estou morando fora do Brasil faz um ano e por estar morando fora eu me sinto extremamente mal em comparar as coisas entre aqui e ai. Eu queria muito dizer que a parada daqui eh organizada, o clima eh completamente diferente, ninguem esta atras de putaria e bla bla bla.
Mas eu me sinto uma cretina se fizer isso. Como se eu tivesse cuspindo no meu prato depois de comer. A velha estoria de voce poder falar mal da sua familia, porque voce esta inserida nela. Aquela diferenca entre voce falar mal da sua irma pro seu vizinho e do seu vizinho falar mal da sua irma pra voce. Acho que eh mais ou menos isso, se voce nao esta dentro, voce nao pode falar mal. Eu nao estou mais no Brasil, portanto nao me sinto a vontade de criticar mais nada sem me sentir culpada/hipocrita/maldosa/arrogante.

Sei que um monte de gente aqui no alotofcoisas esta morando fora do Brasil. Algum de voces passa por isso? Ou sera que isso nao faz sentido nenhum?

P.S.: Fico com medo de escrever aqui porque voces meninas que eu amo estudaram Letras e eu escrevo como se ainda estivesse na terceira serie e uso virgulas nos lugares errados, mas mesmo assim vou tentar escrever de vez em quando pra ver se eu ajudo a fazer voces desistirem da ideia de tirar o blog do ar.
Ufa, postay! Saudades.