sábado, 26 de setembro de 2009
Trilha sonora de setembro
1 - Balkan Beat Box - "Bulgarian Chicks"
Música "árabe" eletrônica com pintas de "world music" meio Gogol Bordello meio Glória Perez
(essa versão tem uma introdução rap techno árabe de 1:56)
2 - Not Squares - "Asylum"
Música eletrônica rock acústica com vocal festivo tipo "oh-oh-oh-oh" com tom heavymetalizado
Tudo ótimo e, apesar de antigo, bem hype, bi. Mas no momento eu tô mesmo é ouvindo a farofa sem complemento do 2 brothers on the 4th floor com seu emocionado e histericamente tolerante "Never alone". A vida como ela é.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Minha Hortinha
sábado, 19 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Vício novo
Além disso, esse vídeo (que achei em um dos artigos sobre ilusões de ótica) é muito bacana:
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Lista
Fui ver Up! e fiquei maravilhada. Primeiro porque o filme é um filmaço mesmo (levando-se em conta todos os aspectos técnicos) e depois porque vi em 3D (agora só quero ver desenho em 3D). Além das lágrimas terem escorrido por conta da história que mexe comigo, há sacadas sensacionais que me fizeram rir sozinha pela rua.
Mas depois, comentando com amigos, percebi que, apesar de achar Up! o melhor filme da Pixar/Disney, não é o meu favorito. Comecei a fazer uma lista mentalmente e então resolvi postar, já que tem tempo que não fazemos listas, né?
Então aqui está minha lista dos filmes da Disney (e Pixar):
1- O Rei leão
2- Procurando Nemo
3- A Bela e a Fera
4- Monstros S.A.
5- Up!
6- Toy Story 2
7- Fantasia 2000
8- Mulan
9- Os Incríveis
10- O Corcunda de Notre Dame
ps: não vi Ratatouille.
=)
sábado, 12 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
CONTA COMIGO - Para Cindy ler
terça-feira, 18 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Hors-concours – Gal versus Brasil
Achei esse vídeo e nunca mais deixei nem deixarei de mostrá-lo para o mundo.
É o seguinte, Gal parece afogada Prozac, Propofol, quiçá Demerol. Com um sorriso calmo, de quem compreende, entra no palco com um cabelo que Reginaldo Rossi viria a imitar. Cheia de espelhos na roupa, mal se move no palco, mas sorri e sorri e sorri tomando uma chuva de confetes e serpentinas que o público taca nela. Não é que o público jogue um pouquinho para festejar e tal, o público parece ter alguns espíritos porcinos que TACAM os troços na cara da mulher. Sabe aqueles tufos de serpentina que vão se amontoando nos cantinhos dos bailes de carnaval? Pois nitidamente é isso que tacam na Gal. Que continua sorrindo num super astral... Justamente por não parar de sorrir, acaba comendo alguns confetes que tacam nela e, discretamente, no meio da música, ela vai tirando uns da língua.
Aí a câmera corta para uma cena mais importante: uma bicha animada em cima do parapeito dança tão entregue que não percebe que está chutando o coleguinha. O câmera, sensível, nos apresenta a calada indignação deste coleguinha.
Então a câmera volta pra Gal, que tem Jesus como baixista, sendo zoada pelo público. Até que, de repente, vem a vingança da artista: ela dá um grito tão-tão forte no ouvido de um cara da plateia que ele cai (2:19)! Juro! E aí me dei conta da preciosidade deste vídeo... :D
Depois disso, ela continua dançandinha e sendo avacalhada pela galera, recebe um caboclo, fica toda escrotizada de serpentina e até uma Xena aparece, mas a vitória é da maluca.
Um épico imperdível!
Melhores mulheres malucas de hoje
Por favor, reparem nas caras na plateia...
Por favor...
"Sou a Teresinha Uó..." (Letícia Ferés)
"O sutil descontrole..." (ibidem)
sábado, 8 de agosto de 2009
Esse site e' engracado
E meu teclado nao poe cedilhas nem acentos. Desculpem, e' a reforma ortografica...
quinta-feira, 30 de julho de 2009




domingo, 26 de julho de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Pois é, virei mãe
Agora eu tô vendida. Converso em sílabas soltas, tenho as roupas manchadas de leite, não me lembro do que comi ontem nem pra onde estou indo, tenho olheiras pretíssimas, converso sobre fraldas, faco caminhada empurrando carrinho, falo com quem não me responde. E gosto. Brinco a maior parte do dia. É isso: uma coisa boa em se ter um bebê é que se é obrigada a tirar tempo pra brincar. A casa está cheia de brinquedinhos coloridos e os livros fora da estante são sobre bebês e tudo relacionado a eles e a ser mãe (e pai).
Eu nunca fui uma “baby person”. Nunca me interessei por bebês e reconheço que muitas das atitudes de novas mães me incomodavam bastante. Tipo carrinhos de bebê congestionando os corredores da minha loja de departamentos preferida. Agora eu passei pro outro lado: me incomodo com as pessoas sem carrinho empacando meu caminho na sessão infantil da minha loja de departamentos preferida.
E eu viajo, entro em paranóia por coisas que podem acontecer em 1, 20, 30, 40, 50 anos. Já tive medo de passar minha velhice num micro apartamento no gueto de Copenhague, sozinha, aguando flores de plástico na varanda, viúva e com um filho que não retorna minhas ligações. E o que eu vou fazer para sair por aí quando for ao Brasil? Tô me cagando de medo de ser assassinada, de alguém machucá-lo. E como vou carregar carrinho, cadeirinha de carro, bolsa e toda essa tralha sozinha? Ah, e um bebê “on top of everything”. É como se esse troço de ser mãe tivesse aberto um novo leque de possibilidades para a parte do meu cérebro que organiza as minhas neuras.
Te digo que é um inferno na minha cabeça. Um inferno feliz.




