domingo, 25 de outubro de 2009
Trilha sonora de outubro
E, além deles, como estou numa fase ásia-leste europeu (ou, menos glamorosamente, numa fase "trilha do filme "Everything is illuminated"), achei outras coisas que as pessoas conhecem há anos e que eu só ouvi com "o coração" agora:
1 - Balkan Beat Box
(Mesmo da trilha de setembro)
2 - Leningrad
Personagem redondo se debatendo numa metáfora luliana
Há a possibilidade de o lar ser o meio do oceano. Quando vc percebe que é sempre para lá que você volta, acho mesmo que há possibilidade de vc ser de lá. E lá você tem que conhecer o entorno para poder lutar por sua sobrevivência: o que é útil, o que é perigoso, o que pode ser transformado em ferramenta. Sua sobrevivência. Depois de estabelecer um lar no meio do oceano, é possível ajudar outros a não morrerem, mas seu cotidiano é errar e perder. É todo dia, quase o dia inteiro. Ver pessoas morrerem, se ver egoísta por não tentar salvar com medo de colocar suas conquistas em jogo, depois perder o lar pro mar, porque você jamais o entende completamente, construir outro. Pouca ajuda em volta, os outros também estão com medo de perder suas conquistas, mas todos tentando ao máximo ser pessoas melhores.
Não há felicidade. Há aprendizado, luta, busca de sentido e as leis de não se matar e de repassar todo o conhecimento aos outros seres que precisarem. Talvez essa venha a ser toda a vida e se você é um humano que precisa ver utilidade, invente uma utilidade. Se vc precisa da sensação de ser amado, invente quem te ama. Se vc precisa acreditar que a vida é de prazer, invente prazeres. Mas, por favor, não converse comigo como se não estivéssemos correndo risco de vida e fazendo algo que na verdade não sabemos bem o que é nem para que serve.
Depois que vc mergulha no que vê em volta e racionaliza o que vê em volta e compara com o que você vê dentro de você e em suas ações, é possível que aconteça um rasgo em seus nervos. Com o tempo a dor vai diminuindo, diminuindo, diminuindo e dá pra entender melhor que você não é uma vítima, você está apenas fazendo seu papel na arena, assim como os leões também estão. E é isso, suas horas seguem sem qualquer parcialidade, sem qualquer noção de justiça e, na verdade, com bem pouco sofrimento e quase constante satisfação sem grandes felicidades, mas com a sensação de ter um papel claro, ser um personagem redondo dentro de sua própria narrativa, que você precisou criar para se manter, e que você tende a acreditar que é a narrativa única, de todos, que chamam de "vida".
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Por isso deixei um pouco de postar aqui no A Lot. Na verdade nem foi por falta de vontade, mas achei nada a ver colocar coisas muito soltas... ou não... enfim...
Mas o motivo do post é falar sobre créditos de filmes. Adoro créditos e acho que são um detalhe especial dos filmes (e sou dessas que ficam até o fim mesmo das letrinhas subindo - foi assim que descobri que Up! foi baseado em pessoas reais). Mas não vou falar mais. Deixo isso para meu amigo que teve a ideia de fazer uma série de posts sobre 'grandes créditos do cinema' em seu blog e vale a pena ler.
E quero deixar um pedido pra ele: fala de Wall-E!!! =)
sábado, 26 de setembro de 2009
Trilha sonora de setembro
1 - Balkan Beat Box - "Bulgarian Chicks"
Música "árabe" eletrônica com pintas de "world music" meio Gogol Bordello meio Glória Perez
(essa versão tem uma introdução rap techno árabe de 1:56)
2 - Not Squares - "Asylum"
Música eletrônica rock acústica com vocal festivo tipo "oh-oh-oh-oh" com tom heavymetalizado
Tudo ótimo e, apesar de antigo, bem hype, bi. Mas no momento eu tô mesmo é ouvindo a farofa sem complemento do 2 brothers on the 4th floor com seu emocionado e histericamente tolerante "Never alone". A vida como ela é.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Minha Hortinha
sábado, 19 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Vício novo
Além disso, esse vídeo (que achei em um dos artigos sobre ilusões de ótica) é muito bacana:
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Lista
Fui ver Up! e fiquei maravilhada. Primeiro porque o filme é um filmaço mesmo (levando-se em conta todos os aspectos técnicos) e depois porque vi em 3D (agora só quero ver desenho em 3D). Além das lágrimas terem escorrido por conta da história que mexe comigo, há sacadas sensacionais que me fizeram rir sozinha pela rua.
Mas depois, comentando com amigos, percebi que, apesar de achar Up! o melhor filme da Pixar/Disney, não é o meu favorito. Comecei a fazer uma lista mentalmente e então resolvi postar, já que tem tempo que não fazemos listas, né?
Então aqui está minha lista dos filmes da Disney (e Pixar):
1- O Rei leão
2- Procurando Nemo
3- A Bela e a Fera
4- Monstros S.A.
5- Up!
6- Toy Story 2
7- Fantasia 2000
8- Mulan
9- Os Incríveis
10- O Corcunda de Notre Dame
ps: não vi Ratatouille.
=)
sábado, 12 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
CONTA COMIGO - Para Cindy ler
terça-feira, 18 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Hors-concours – Gal versus Brasil
Achei esse vídeo e nunca mais deixei nem deixarei de mostrá-lo para o mundo.
É o seguinte, Gal parece afogada Prozac, Propofol, quiçá Demerol. Com um sorriso calmo, de quem compreende, entra no palco com um cabelo que Reginaldo Rossi viria a imitar. Cheia de espelhos na roupa, mal se move no palco, mas sorri e sorri e sorri tomando uma chuva de confetes e serpentinas que o público taca nela. Não é que o público jogue um pouquinho para festejar e tal, o público parece ter alguns espíritos porcinos que TACAM os troços na cara da mulher. Sabe aqueles tufos de serpentina que vão se amontoando nos cantinhos dos bailes de carnaval? Pois nitidamente é isso que tacam na Gal. Que continua sorrindo num super astral... Justamente por não parar de sorrir, acaba comendo alguns confetes que tacam nela e, discretamente, no meio da música, ela vai tirando uns da língua.
Aí a câmera corta para uma cena mais importante: uma bicha animada em cima do parapeito dança tão entregue que não percebe que está chutando o coleguinha. O câmera, sensível, nos apresenta a calada indignação deste coleguinha.
Então a câmera volta pra Gal, que tem Jesus como baixista, sendo zoada pelo público. Até que, de repente, vem a vingança da artista: ela dá um grito tão-tão forte no ouvido de um cara da plateia que ele cai (2:19)! Juro! E aí me dei conta da preciosidade deste vídeo... :D
Depois disso, ela continua dançandinha e sendo avacalhada pela galera, recebe um caboclo, fica toda escrotizada de serpentina e até uma Xena aparece, mas a vitória é da maluca.
Um épico imperdível!
Melhores mulheres malucas de hoje
Por favor, reparem nas caras na plateia...
Por favor...
"Sou a Teresinha Uó..." (Letícia Ferés)
"O sutil descontrole..." (ibidem)
sábado, 8 de agosto de 2009
Esse site e' engracado
E meu teclado nao poe cedilhas nem acentos. Desculpem, e' a reforma ortografica...



